Neste Dia Mundial do Livro, um relato!

 

Mantenho guardado meus boletins até hoje e olhando o da 3ª série, quase todas as notas estão abaixo da média. E foi assim na 4ª, na 5ª, na 6ª e na 7ª série, até que finalmente reprovei de ano. Eu realmente não gostava de estudar e muito menos ler aqueles livros que as professoras mandavam fazer resenhas. Nenhum despertava meu interesse pela leitura.

E na escrita também não foi diferente. Eu tive uma professora que avaliava o caderno, mas não do jeito que deveria. Ela pedia para que nós fossemos lá na frente da turma e folheássemos o caderno para que a turma avaliasse. Obviamente, minhas notas eram péssimas.   

Isso me fazia sentir muita vergonha. Só isso.

Quando reprovei, no mesmo ano que meu pai faleceu, não existia a obrigatoriedade da permanência dos alunos na escola. Por isso, parei de estudar e no ano seguinte, aos 14, fui trabalhar numa fábrica de calçados para ajudar minha mãe a criar meu irmão de quatro anos.

O trabalho era difícil, sujo, cheiro ruim de couro, tintas e cola. Isso não era confortável para mim. Eu precisava construir minha zona de conforto.

Foi então que voltei a estudar.

Comecei a ir para escola não mais como aluno e sim como estudante. A partir daí, nenhuma nota abaixo da média. Passava de ano letivo por mérito e não de forma compulsória.

Ao finalizar o Ensino Médio, já iniciei a faculdade de Matemática, depois fiz pós-graduação em Matemática, em seguida Técnico em Informática e na sequência pós-graduação em Educação Profissional e Tecnológica, além de dezenas de cursos de aperfeiçoamento.

Sou professor de Matemática desde 2002 e durante minha vida profissional enfrentei várias situações que me fizeram pensar em desistir, mas ao mesmo tempo, realizei alguns projetos que me fizeram receber sete prêmios como professor orientador, um em nível Nacional.

Nas aulas de Matemática e na vida, realizei muitos cálculos, mas quando fico sabendo que alguns de meus alunos utilizam meus ensinamentos para obter sucesso em sua vida profissional, sinto uma satisfação que não consigo calcular.

Em 2010, nas horas vagas, comecei a escrever alguns textos e artigos publicados em revistas, jornais e blog para compartilhar assuntos do meu interesse também com as pessoas que não eram meus alunos.

Neste mesmo ano escrevi o primeiro livro, do gênero romance, intitulado “O jardim da Física”.

E desde então foram mais 14 livros, disponíveis em https://rubieautor.blogspot.com/p/blog-page_28.html

Seus títulos são:

Gestão das Finanças Pessoais: planejamento, controle e recuperação do orçamento

Excel nas aulas de Matemática: passo a passo da criação de planilhas viáveis para professores e alunos

Do Projeto ao Relatório de Pesquisa: desenvolvendo o espírito científico

A Importância da Matemática na Física: para docentes e discentes

Divino Sentimentos: poesias

Os treze contos

Calculadora Científica: no ensino médio e superior

Matemática Financeira com a Calculadora Científica

Matemática Financeira com a Calculadora Financeira HP 12C

Microsoft Excel: principal ferramentas

Microsoft Word: qualidade na criação e edição de textos

Carneiro Hidráulico: uma alternativa sustentável

Zona de Conforto: construa ou reforme a sua

Criação Racional de Abelhas Nativas sem Ferrão: meliponicultura






Este é meu lançamento:


Talvez você também tenha interesse no conteúdo deste livro. (ou alguém de sua família ou amigos)



Veja a versão em PDF dele aqui:

https://rubiegiordani.kpages.online/meliponicultura


Book trailer O Jardim da Física


Book trailer Gestão das Finanças Pessoais





Poupança: Descubra a maneira correta de usá-la

Por definição, poupar quer dizer economizar, usar os recursos financeiros com parcimônia ou restringir os gastos a fim de acumular dinheiro para usufruir do poder de troca que ele carrega em si. 

Poupar dinheiro serve para tornar um sonho real, pois na maioria dos casos é preciso dinheiro para tal realização e a Poupança, embora muitos não aconselham, é uma boa opção.


Que tal dar uma espiadinha no meu livro na Amazon?

Pode clicar na capa


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Controlar as finanças pessoais é uma atitude sustentável

 

Controlar as finanças pessoais é uma atitude sustentável, pois quando se utiliza o dinheiro de forma consciente, evitam-se as compras com supérfluos e consequentemente reduz-se a produção destes itens e a extração de recursos naturais.

A utilização de recursos naturais em níveis desnecessários compromete a sustentabilidade da geração atual e das gerações futuras.

O descarte destes itens adquiridos por impulso ou sem necessidade real deixa pegadas no planeta que serão vistas por séculos.

Controlar as finanças é fácil, pode ser em um bloco de anotações ou em uma planilha eletrônica. 


Para ver mais sobre um modelo de planilha de controle das finanças pessoais acesse este link


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DINHEIRO E FELICIDADE 

O dinheiro pode trazer momentos de felicidade. Isso é óbvio, aceito como verdadeiro por todos. Indiscutível. Mas “Jamais esqueça que… Sua riqueza não está nas coisas que você possui, mas naquelas que você ‘jamais’ trocaria por dinheiro...” (ROSSI, 2016).

A felicidade pode ser atingida por meio do uso de dinheiro para o deslocamento até um local em que se imagina que seja possível ser feliz. Quem não gosta de viajar? Viajar permite conhecer outros lugares, outras pessoas, provar outras comidas e bebidas... Isso até pode permitir momentos de felicidade.

O dinheiro permite adquirir bens ou serviços que tornam o indivíduo feliz por comprar uma televisão nova, por exemplo, ou por trocar de automóvel, ou por comprar aquela roupa que tanto desejava ou, ainda, por usar um serviço de estética ou massagem.

Qualquer um pode estar feliz por possuir algum bem, fazer algo ou adquirir um serviço, mas ser feliz é mais do que ter, fazer ou consumir.

Felicidade não se compra.

Felicidade é um sentimento inerente ao ser humano e depende de diversos fatores e estado de espírito.

Logo aquela televisão nova já não agrada mais. O automóvel começa a dar problemas mecânicos e mais gastos. A roupa nova que deixou o indivíduo feliz já não está mais na moda, a viagem dos sonhos acabou, a maquiagem ficou borrada e a rotina volta ao normal.

E a felicidade passa a ser condicionada à aquisição de novos bens.

A aquisição de bens e serviços para estar feliz pode gerar a falta de dinheiro.

E falta de dinheiro gera dívidas. E dívida gera intranquilidade, inquietação, ansiedade e depressão. E dessa forma é muito difícil ser feliz.

A relação que cada indivíduo ou família tem com o dinheiro interfere na vida pessoal, sentimental e profissional deste, pois uma pessoa que possui dívidas e está com dificuldades para cumprir com suas obrigações financeiras fica preocupada, ansiosa, nervosa, deprimida e prejudica o desempenho das funções familiares, sociais e profissionais.

A relação que cada indivíduo deve ter com o dinheiro não pode ser, em hipótese alguma, de escravidão, mas, sim, de facilitação.

O dinheiro facilita a vida das pessoas, pode trazer conforto físico e espiritual, promove boa alimentação, possibilita obter bons estudos, boas roupas, fazer boas viagens, ter acesso às novas tecnologias, entre outras aquisições necessárias para melhorar a qualidade de vida, que vai além de simplesmente ter poder de compra. Por isso, o dinheiro deve ser visto como uma ferramenta que oportuniza momentos em que a qualidade de vida pode estar melhor.

Entre as inúmeras condições que contribuem para melhorar a qualidade de vida, uma delas é saber gastar o dinheiro com consciência, planejamento e racionamento, sem culpa, sem medo e, principalmente, usando a Matemática como ferramenta indispensável no processo de controle das finanças.

Isso porque, quando a Matemática não for usada para controlar o orçamento e a qualidade de vida for atingida com pouco dinheiro ou como resultado de empréstimos, acúmulo de dívidas, problemas emocionais e dificuldades de relacionamento com amigos e familiares, a felicidade dura muito pouco.

Que tal conhecer este livro?




Gestão das finanças pessoais: construa sua zona de conforto financeiro

Em relação às finanças, a maioria das pessoas não admite conselhos. Acreditam que sabem fazer a gestão do seu dinheiro e que ninguém tem nada a ver com isso.

Em parte, até que estão com razão.

Se você é uma das pessoas que sabe administrar suas finanças e não possui dívidas, meus parabéns! O que lhe desejo é que você possa curtir sua Zona de Conforto Financeiro da melhor maneira possível.

Porém, se está endividado não é motivo de vergonha. É motivo de má gestão das finanças pessoais. Só isso!

Se todos os meses você tem a impressão de que o seu dinheiro foi gasto sem saber onde, se está realmente faltando dinheiro ou ainda, se você deseja fazer seu dinheiro render mais, então está na hora de construir ou reformar sua Zona de Conforto Financeiro.

O sucesso financeiro nada mais é do que a observação de uma fórmula matemática, que aqui posso lhe dar o apelido de Fórmula de Ouro.

A expectativa é que você acredite que é possível manter o controle dos gastos financeiros, planejar metas para o futuro, cortar gastos supérfluos, mudar algumas atitudes e obter o sucesso financeiro como resultado da simples observação da Fórmula de Ouro.

A proposta do livro é:

  • Refletir sobre os gastos pessoais e familiares;
  • Identificar gastos supérfluos;
  • Traçar objetivos financeiros para o futuro;
  • Apresentar dois métodos de controle das finanças pessoais e familiares;
  • Descobrir a fórmula de ouro para o sucesso financeiro;
  • Avaliar a vantagem das compras à vista ou a prazo;
  • Destacar a importância da pesquisa de preços;
  • Controlar os gastos com o cartão de crédito e financiamentos;
  • Refletir sobre determinadas mudanças possíveis de comportamento a fim de economizar dinheiro.

Por que ao final das contas a chave para abrir a Zona de Conforto Financeiro já está em suas mãos.

 

Veja mais detalhes sobre o livro e como comprar aqui

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CADA PESSOA FAZ O QUE QUER COM O SEU DINHEIRO

Pois é, Elon Musk comprou o Twitter por 44 bilhões de dólares. Uma bagatela de mais de 218 bilhões de reais (R$ 218 446 800 000,00).

Com mais de 218 bilhões de reais Elon Musk poderia ter doado:

Quase 290 milhões (286 980 649) de cestas básicas para nós brasileiros no valor médio de R$ 761,19 cada uma;

Ou quase 1,9 bilhões (1 899 537 391) de botijões de gás no valor médio de R$ 115,00 cada um;

Ou mais de 30 bilhões (31 206 685 714) de litros de gasolina no valor médio de R$ 7,00 por litro;

Ou construir quase 1,5 milhões (1 456 312) de casas populares no valor médio de R$ 150 000,00 cada uma;

Ou doar mais de mil reais (R$ 1018,26) para cada brasileiro.


Porém, como cada pessoa faz o que quer com o seu dinheiro, Elon Musk comprou o #Twitter.

Simples assim. 


Eu até pensei em mandar uma mensagem para #ElonMusk vender o Twitter para que ele faça a doação das cestas básicas, ou dos botijões de gás, ou da gasolina, ou construir as casas populares ou doar quase um salário mínimo para cada brasileiro, mas eu acho que ele não vai querer e nem vai me dar bola 🤣🤣🤣🤣


P.S.: conheça meu livro Gestão das Finanças Pessoais aqui


https://harpiaeducacao.lojaintegrada.com.br/livro-gestao-das-financas-pessoais


#financaspessoais 

#gestaofinanceira 

#economiadomestica 

#escritoresbrasileiros




BICICLETA, UM "PROBLEMA" PARA O SISTEMA



Fonte: https://pixabay.com/pt/photos/homem-bicicleta-passeio-731492/


Nesta semana eu fui ao mercado comprar uma barra de chocolate. 

Sim, fui até o mercado somente para comprar a barra de chocolate. A vontade de saboreá-la era tão grande que não consegui deixar para o dia seguinte.

Peguei minha bicicleta, fui até o mercado mais próximo e pelo caminho encontrei um amigo que me disse: “Economizando gasolina?!”.

Só consegui virar um pouco a cabeça, reconhecê-lo e dizer um rápido “oi”.

Minha vontade de comer chocolate era maior do que a vontade de parar e trocar uma ideia.

Enquanto eu pedalava até o mercado fui refletindo um pouco e cheguei rápido à conclusão de que andar de bicicleta realmente é um "problema" para o sistema.

Sim, repito, andar de bicicleta é um problema para o sistema.

Pois as pessoas que andam de bicicleta não consomem alguns produtos do sistema. 

Demoram mais para renovar seus veículos, não financiam a compra ou troca deles nos bancos, consomem menos combustível, usam menos o transporte público, não precisam de vagas no estacionamento, não chamam táxi e nem Uber, vão menos às oficinas, contratam menos seguros, compram menos medicamentos, evitam a obesidade, causam menos gastos ao sistema público de saúde e evitam tantos outros produtos derivados do uso de transporte motorizado.

Andar de bicicleta permite economizar muito dinheiro que deixa vendedores de veículos, seguradoras, postos de combustíveis, empresas de ônibus, táxi ou Uber, mecânicos, donos de farmácias e outros no prejuízo. Imagine quem caminha, nem a bicicleta compra.

A questão não é andar de bicicleta ou andar a pé para deixar alguém do sistema no prejuízo. A questão é escolher usar o dinheiro do combustível, do táxi, do seguro, da oficina, dos medicamentos para comprar itens, digamos menos supérfluos, para fazer uma pequena poupança ou simplesmente para poder ir ao mercado comprar uma barra de chocolate e saboreá-la sem culpa.


Conheça meus livros em 

https://rubieautor.blogspot.com/p/blog-page_28.html?m=1



5 de junho, dia Mundial do Meio Ambiente

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Fonte: https://pixabay.com/pt/photos/ambiente-%C3%A1rvore-natureza-2948299/


Sábado, dia 05 de junho, foi o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Sim, a publicação de hoje está atrasada.

Está atrasada justamente porque algumas pessoas também se atrasaram para tomar uma atitude a fim de evitar danos à Natureza.

Pessoas que se atrasaram, e nunca vão parar de se atrasar, em economizar água, energia, combustível e recursos naturais.

Pessoas que se atrasaram em parar de poluir as águas, despejando dejetos residenciais, empresariais e agrícolas na Natureza.

Pessoas que se atrasaram em reduzir a poluição do ar.

Pessoas que se atrasaram em parar de cortar árvores centenárias.

Pessoas que se atrasaram e ainda vão prejudicar muito a Natureza, deixando marcas que serão danosas para não sei quantas das próximas gerações, mas não poucas, com certeza.

Ficaria exaustivo citar todas as maneiras que o ser humano está atrasado em parar de afetar seu próprio habitat de maneira negativa, mesmo sendo um ser vivo que possui consciência.

O ser humano precisa cuidar de verdade do Meio Ambiente como um TODO e não só MEIO.

Pensar no planeta Terra como a UNIDADE, que não existe a expressão “jogar o lixo fora” porque simplesmente não existe “fora”.

Estes atrasos comportamentais associados a um rastro humano chamado Pegada Ecológica, afetarão muito a nossa e as gerações futuras se as atitudes do ser humano não se apoiarem nos três pilares básicos da sustentabilidade: ser socialmente justo, ecologicamente correto e economicamente viável.

Um ambiente sustentável é aquele que possui a capacidade natural de se manter e se recompor apesar da interferência de outros seres.

No que diz respeito ao ser humano, sua interferência no Meio Ambiente, através da extração de recursos naturais não renováveis e a geração descontrolada de resíduos, torna o planeta insustentável e comprometerá significativamente a disponibilidade de recursos naturais básicos para as gerações futuras.

Por isso, é preciso que no Meio Ambiente real, as crianças, os adolescentes e os já adultos, construam de fato uma consciência ambiental que permita colocar em prática todos os ensinamentos adquiridos e que não seja somente um discurso mascarado.


Conheça meus outros livros em:

O CONHECIMENTO MUDOU MINHA VIDA

É possível construir uma zona de conforto?


Enquanto eu era aluno, lá no Ensino Fundamental, não gostava nada de estudar.

Ainda tenho guardado meus boletins e olhando o da 3ª série, quase todas as notas estão abaixo da média.

E foi assim na 4ª, na 5ª, na 6ª e na 7ª série, até que finalmente reprovei de ano. Durante um tempo senti só vergonha por isso.

Na época não existia a obrigatoriedade da permanência dos alunos na escola. Por isso, eu parei de estudar e aos 14 anos comecei a trabalhar numa fábrica de calçados.

O trabalho era difícil, sujo, cheiro ruim de couro, tintas e cola. 

Isso não era confortável para mim. Eu precisava construir minha zona de conforto. 

Foi então que voltei a estudar.

Comecei a ir para escola não mais como aluno e sim como estudante.

A partir daí, nenhuma nota abaixo da média. Passava de ano letivo com louvor. 

Ao finalizar o Ensino Médio, já iniciei a faculdade de Matemática, depois fiz pós-graduação em Matemática, em seguida Técnico em Informática e atualmente fazendo pós-graduação em Educação Profissional e Tecnológica.

Sou professor de Matemática há 22 anos e durante minha vida profissional recebi sete prêmios na área da Educação referente a projetos desenvolvidos junto aos meus alunos.

Na sala de aula, realizei muitos cálculos.

Gosto muito do meu trabalho e quando fico sabendo que alguns de meus alunos utilizaram meus ensinamentos para obter sucesso em sua vida profissional, sinto uma satisfação que não consigo calcular.

Em 2010, nas minhas horas vagas, comecei a escrever o primeiro livro para compartilhar alguns assuntos de meu interesse com as pessoas que não são meus alunos. Um romance de Física intitulado "O jardim da Física".

Desde lá, até o momento, são 14 livros. (Para ver suas sinopses basta clicar nas capas abaixo)


Este é meu lançamento:


Talvez você também tenha interesse no conteúdo deste livro. (ou alguém de sua família ou amigos)



Veja a versão em PDF dele aqui:

https://rubiegiordani.kpages.online/meliponicultura


Book trailer O Jardim da Física


Book trailer Gestão das Finanças Pessoais







Meliponicultura

 A importância das abelhas nativas sem ferrão no mundo 

Atualmente, depois de 100 milhões de anos de evolução, as abelhas com ou sem ferrão, somam mais de 20.000 espécies no mundo. Sua importância para a manutenção da vida na Terra é irrefutável. 

A população mundial vem aumentando consideravelmente nas últimas décadas e por isso, a quantidade de alimento deve ser suficiente para a manutenção da vida. 

Com o avanço exponencial das Novas Tecnologias surgem novas formas de otimizar e aumentar a produção de alimento, porém muitas vezes, certas práticas agroindustriais provocam a redução ou até mesmo a extinção de algumas espécies da fauna e as abelhas estão nesta lista. 

Sendo assim, qualquer atividade humana que tem por objetivo preservar os recursos naturais é válida e plausível. 

Meliponicultura, criação racional de abelhas nativas sem ferrão, seja para fins comerciais ou como hobby, garante a preservação de parte das espécies de abelhas, imensamente responsáveis pela polinização e consequente aumento da produção de alimento para o ser humano. 

Neste sentido, o livro apresenta a importância das abelhas nativas sem ferrão na natureza e as vantagens da Meliponicultura. Apresenta a anatomia das abelhas, sua divisão em castas, ciclo de vida e nidificação. Cita a legislação referente à Meliponicultura e indica as maneiras ecologicamente corretas de obtenção de colônias para iniciar a criação das abelhas em caixas racionais. 

A obra também mostra a produção das incansáveis abelhas e evidencia as propriedades nutricionais e terapêuticas do mel nativo. Por fim, dá dicas de como construir e manejar um meliponário, bem como os cuidados necessários para obter sucesso no início da atividade, seja para fins comerciais ou como hobby.

 

O início da Meliponicultura

"Em janeiro de 2017, enquanto eu fazia um reparo em um muro de contenção, encontrei uma pequena colmeia de abelhas da espécie Mirim Droryana (Plebeia droryana). 

A fragilidade das pequenas abelhas me fez parar o conserto no muro para construir uma caixa de madeira a fim de acomodar a colmeia. 

Com muito cuidado transferi a colmeia para a caixa de madeira e fui acompanhando a sua adaptação ao longo dos dias. 

Assim, surgiu meu interesse pela Meliponicultura. 

Foi então, que comecei a estudar um pouco sobre as abelhas nativas sem ferrão (conhecidas como abelhas mirins). Fiz a leitura de alguns livros, realizei cursos e participei de seminários, além de assistir a vídeos sobre o assunto e conversar com outros meliponicultures. 

Aprendi como obter mais colmeias e acompanhei de perto o desenvolvimento de cada uma das colônias. Fiz centenas de fotos, acertei, errei, perdi algumas colmeias pelos invasores naturais, mas também pude saborear seu delicioso mel. 

Humildemente, compartilho com você meus estudos, acertos e erros, fotos, considerações e a certeza de estar fazendo minha parte para a preservação de algumas espécies de abelhas nativas sem ferrão." 

O autor

 

Boa leitura!


Veja como iniciar a criação de abelhas nativas sem ferrão neste livro em PDF



Meliponicultura para iniciantes

Finanças Pessoais

Educação Financeira

A educação financeira engloba entre seus temas o planejamento das finanças pessoais.

Qualquer pessoa pode planejar e controlar suas finanças. Baseado nessa necessidade, o livro Gestão das Finanças Pessoais - Planejamento, Controle e Recuperação do Orçamento apresenta o tema de maneira acessível a qualquer pessoa, permitindo que ela administre as próprias finanças pessoais.

O livro Gestão das Finanças Pessoais - Planejamento, Controle e Recuperação do Orçamento apresenta um conteúdo dinâmico com itens importantes e que devem ser conhecidos por todos aqueles que desejam compreender e administrar melhor as atividades ligadas às questões financeiras.

Entre os tópicos abordados, estão: a aquisição de bens, produtos e serviços, a revenda de mercadorias, negócio próprio, a geração de renda extra, o orçamento pessoal e familiar, como planejar o orçamento, o controle das finanças em planilha eletrônica, o estabelecimento de objetivos para o futuro, as utopias financeiras, a matemática financeira, os juros simples e compostos, as compras à vista ou a prazo, os empréstimos e os financiamentos, a relação entre gastos essenciais e gastos supérfluos, dicas de economia, a importância do consumo consciente, a utilização do cartão de crédito, a caderneta de poupança, dicas para sair do endividamento, entre outros.

No final de cada capítulo, são apresentadas propostas de atividades que visam à fixação do conteúdo. 

 

Adquira um exemplar do livro clicando nesta capa


PÓLEN E MEL DAS ABELHAS SEM FERRÃO

Como as abelhas armazenam o alimento

No interior do ninho das abelhas sem ferrão o depósito de alimento é construído na forma de potes, feitos e unidos uns aos outros por estruturas de cerume.

São nos potes de alimento, em separado, onde as abelhas armazenam o pólen e o mel.


Pólen

O pólen é a parte masculina da flor. Quando as abelhas visitam as flores, atraídas por uma solução açucarada, transportam em seu corpo minúsculos grãos de pólen de uma flor a outra, contribuindo significativamente para a polinização cruzada.

Parte destes grãos de pólen também fica grudada nos pequenos pelos de uma estrutura chamada corbículas, presente nas patas traseiras, para então ser levado ao ninho e ser armazenado como fonte de proteína.

O pólen é também um importante componente nutricional para as larvas em crescimento.

Abelha da espécie Mirim Droryana (Plebeia droryana) com pólen em suas patas traseiras na entrada da caixa racional.

Fonte: O autor.

 

As abelhas armazenam o pólen e o mel para sua sobrevivência em períodos de escassez e para o inverno.

Porém, com um manejo adequado e racional é possível colher parte do mel para o consumo humano, como remédio ou como alimento.


Mel

O mel é um tipo de açúcar com alto valor energético.

A sua formação inicia quando as abelhas visitam as flores e encontram o néctar, uma espécie de solução aquosa açucarada.

As abelhas sugam este néctar e o armazenam em seu abdome. Ao chegar à colmeia regurgitam esta solução adocicada e a oferece às outras abelhas, que engolem e regurgitam em seguida para outras abelhas, que engolem e depois regurgitam tantas vezes quantas forem necessárias para que haja uma desidratação adequada a fim de possibilitar o seu armazenamento nos potes de alimento.

O processo de desidratação é auxiliado pelo bater de suas asas, que aquece e ventila o ambiente do ninho, favorecendo a evaporação da água do mel. Às vezes, a quantidade de água evaporada é tão grande que as abelhas precisam beberem esta água para em seguida regurgitá-la no exterior da colmeia.

A viscosidade do mel se dá justamente pela retirada da água, ou seja, quanto menos aquoso é o mel, mais viscoso ele se torna.

A umidade do mel das abelhas sem ferrão varia de 18% a 24%, dependendo da espécie.

Neste processo repetitivo de engolir e regurgitar são adicionadas ao néctar duas enzimas: a invertase e a glicose oxidase.

A enzima invertase transforma a sacarose (tipo de açúcar existente no néctar) em glicose e frutose (dois outros tipos de açúcares).

A glicose oxidase transforma a glicose em ácido glicônico (tornando o mel com acidez que varia do pH 3 a 4,5) e peróxido de hidrogênio (água oxigenada) que evita o desenvolvimento de micro-organismos e bactérias que fariam o mel fermentar.

Este processo de produção e conservação do mel realizado pelas abelhas é tão sofisticado que torna o mel um alimento com uma durabilidade incrível (comestível por até dois anos, segundo as leis brasileiras), mas encontrado em tumbas egípcias ainda em perfeitas condições. 

 Potes de mel de abelhas da espécie Jataí (Tetragonisca angustula)
Fonte: O autor.

Veja como criar abelhas nativas sem ferrão neste livro em PDF


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GESTÃO DAS FINANÇAS PESSOAIS


Nossa relação com o dinheiro

A relação que o ser humano tem com o dinheiro é algo muito importante na vida, pois todos os meses há dois acontecimentos financeiros: entrada de dinheiro e pagamento de dívidas. Normalmente há somente uma ou poucas entradas de dinheiro, porém, há diversas saídas através do pagamento das dívidas, que podem ser:

·   Dívidas de compras de bens, produtos ou serviços antecipados;

Ou

·    Dívidas de compras de bens, produtos ou serviços atuais.

É muito importante e necessário controlar estas entradas e saídas de maneira que o saldo fique sempre positivo.


Saldo positivo

Ter saldo positivo significa maior poder de compra, pois com o dinheiro em mão é possível comprar à vista. E compras à vista, normalmente possuem descontos. 

Isso torna as finanças mais coerentes, pois adiantar a aquisição de um bem ou serviço sem ter o saldo positivo, significa menor poder de compra ao longo da vida financeira. O pagamento das dívidas deverá ser cumprido em época futura e para isso, são cobrados acréscimos que atrasam as finanças e comprometem ainda mais os negócios futuros do indivíduo ou da família. 

Estes acréscimos nos valores prejudicam o orçamento tanto a curto, médio ou longo prazo, pois há o pagamento de valores que seriam desnecessários se caso fossem pagos no momento da aquisição da mercadoria ou serviço.


Renda fixa ou variável = saldo positivo

Obviamente, para tentar possuir o saldo sempre positivo é necessário ter um emprego fixo para obtenção de renda. Porém, nada impede que o saldo seja positivo, mesmo para aquelas pessoas que possuem renda variável.

Se a renda for fixa nunca comprometa todo o salário.

Se a renda for variável, planeje seus gastos a partir da média dos rendimentos (faça, por exemplo, a média dos últimos seis rendimentos) e também nunca comprometa toda a média dos rendimentos com a compra de mercadorias ou serviços.

Comprometer todo o rendimento ou toda a média de rendimentos com aquisições de produtos ou serviços durante muitos meses seguidos, certamente fragilizará o orçamento e as dívidas aparecerão de maneira cumulativa, o que comprometerá consideravelmente o sucesso financeiro do indivíduo ou da família.

Estar com saldo positivo, não significa somente ter dinheiro de sobra, significa ter mais tranquilidade, mais disposição e mais qualidade de vida.


Dinheiro trás felicidade?

O dinheiro pode trazer momentos de felicidade. Isso é óbvio, aceito como verdadeiro por todos. Indiscutível. Mas, “Jamais esqueça que sua riqueza não está nas coisas que você possui, mas naquelas que você ‘jamais’ trocaria por dinheiro...”  

A felicidade pode ser atingida através do uso de dinheiro para o deslocamento até um local em que se imagina que seja possível ser feliz. Quem não gosta de viajar? Viajar permite conhecer outros lugares, outras pessoas, provar outras comidas e bebidas... Isso até pode permitir momentos de felicidade.

O dinheiro permite adquirir bens ou serviços que tornam o indivíduo feliz por ter adquirido uma televisão nova, por exemplo, ou ficar feliz por ter trocado de automóvel, ou ficar feliz por ter comprado aquela roupa que tanto desejava ou ainda, ficar feliz por usar um serviço de estética ou massagem... 

Qualquer um pode estar feliz por possuir algum bem, fazer algo ou adquirir um serviço, mas ser feliz é mais do que ter, fazer ou consumir.

Felicidade não se compra.

Felicidade é um sentimento inerente ao ser humano e depende de diversos fatores e estado de espírito.

Logo aquela televisão nova já não agrada mais. O automóvel começa a dar problemas mecânicos e mais gastos. A roupa nova que deixou o indivíduo feliz já não está mais na moda, a viagem dos sonhos acabou, a maquiagem ficou borrada e a rotina volta ao normal.

E a felicidade passa a ser condicionada à aquisição de novos bens.

A aquisição de bens e serviços para estar feliz pode gerar a falta de dinheiro. E falta de dinheiro gera dívidas. E dívida gera intranquilidade, inquietação, ansiedade e depressão. E dessa forma é muito difícil ser feliz.


Relação entre dinheiro e qualidade de vida

A relação que cada indivíduo ou família tem com o dinheiro interfere na vida pessoal, sentimental e profissional desta, pois uma pessoa que possui dívidas e está com dificuldades para cumprir com suas obrigações financeiras fica preocupada, ansiosa, nervosa, deprimida e prejudica o desempenho das funções familiares, sociais e profissionais.

A relação que cada indivíduo deve ter com o dinheiro não pode ser, em hipótese alguma, de  escravidão, mas sim, de facilitação.

O dinheiro facilita a vida, trás conforto físico e espiritual, boa alimentação, bons estudos, boas roupas, boas viagens, acesso às novas tecnologias entre outras aquisições necessárias para melhorar a qualidade de vida que é algo que vai além de simplesmente ter poder de compra.

O dinheiro deve ser visto como uma ferramenta que oportuniza momentos em que a qualidade de vida pode estar melhor.

Entre as inúmeras condições que contribuem para melhorar a qualidade de vida, uma delas é saber gastar o dinheiro com consciência, planejamento e racionamento, sem culpa, sem medo e, principalmente, usando a Matemática como ferramenta indispensável no processo de controle das finanças.

Pois, quando a Matemática não for usada para controlar o orçamento e a qualidade de vida for atingida com pouco dinheiro ou como resultado de empréstimos, acúmulo dívidas, problemas emocionais e dificuldades de relacionamento com amigos e familiares, a felicidade dura muito pouco.


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